Até já...

Até na altura de tirar umas feriazitas os xutistas são previsíveis nos comentários.

Mas há coisas incontestáveis. Uma delas está mesmo mesmo aqui em cima destas palavras. Ah pôzé...

sábado, 6 de Fevereiro de 2010

Ahhh bolas pá...Onde andam os Xutos?


Uma entrevisteca para falar dos que os outros tem feito.

sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Reacções aos Xutos no RIR 2010


A caixa de comentários encheu com mensagens de insurreição quanto ao agendamento dos Xutos e Pontapés (mais uma vez) no RIR 2010. Parece até que as pessoas se começam a aperceber do produto gasto e usado que os Xutos são. Isto e o facto da organização não estar disposta a promover bandas e projectos portugueses de qualidade (que existem!). 

É tudo isto uma grande metáfora ou prenúncio de morte anunciada de uma banda que se arrisca a cair no ridículo por mais uns tostões?

Pode ser que o público lhe dê o tratamento Nickelback.

quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Verdades deste nosso mundo

Zé Pedro troca as linhas de coca pelas linhas de roupa.

http://www.vidas.correiodamanha.pt/noticiaComentar.aspx?channelid=B2EEF6CE-6025-427C-89E6-4B71D15619D8&contentid=981C8B06-08E4-4D07-A662-9A5CF055CCF4

Xutos no RIR 2010

Eu gostava que os ditos fossem cabeça de cartaz, mas lá vão eles levar com o horário mágico das 19h00 para fazer música ambiente enquanto a malta chega do trabalho...

E o que é que vai ter de novo em relação a 2006 e 2008?

Vocês adivinharam...

sábado, 30 de Janeiro de 2010

Paradoxo



 
Alguns estimados leitores tem-se insurgido quanto a putativas repetições nos assuntos abordados neste blog. Curioso se constatarmos que a sua banda de eleição faz exactamente o mesmo nos seus concertos e não vejo ninguém queixar-se.

quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

Herança

Tenho ideia que os bons momentos que Joe Strummer ou Joe Simonon nos proporcionaram tiveram o seu tempo e contexto. Aquele unapologetical rock indie sobrepunha uma realidade redundante na mediania e no popularucho criando uma legião de jovens fãs que encontravam nos riffs e letras complexas a vocalização de um sentimento generalizado que influenciou outras grandes bandas...e os Xutos.

A década de existência dos Clash marcaram o início e o fim de um estilo de música, esta retirou as suas influências e evoluiu para outras experiências. Curioso como uma banda que se fixou exactamente naquele estilo de música e por um período três vezes superior que os seus percursores estancou num limbo de rigidez criativa e mediocridade dilacerante. Os Xutos há muito tempo que não fazem música, dedicam-se agora à pesca desportiva de euros. Os seus álbuns são autênticos exercícios de sadismo para pobres de espírito, incapazes de se dissociar da percepção que reina no nosso país de que os Xutos e Pontapés são os máióres. Arrebanham-se com gosto, em comuns currais de festeiros interessados em vender cerveja, misturando-se entre pessoas interessadas em ter uma noite bem animada com muita gente.

Mas a maior traição de todas foi a das suas origens reaccionárias. Há muito que estas deram lugar ao pragmatismo capitalista de manipulação dos mass media para se manterem polémicos e interessantes. O caso da "Sem eira, nem beira" dói de evidente. As sucessão de entrevistas, bem ao jeito do lançamento do novo single, em que põem em causa a liberdade editorial das rádios e se propõem a derrubar peças de dominó esbarra com a presença de Zé Pedro na festa do PS e as suas entrevistas de simpatia como patética tentativa de branquear tudo aquilo que se passara nem dois meses antes.

Mas o que é que isto tudo interessa? Existem há 30 anos e , ao que parece, tudo é justificado por isso...até a incapacidade de produzir um sucesso, por mais pop que sejam há mais de 20. E nem vou falar de boa música, isso seria falar de bogalhos.

terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

História da Carochinha



Soube há dias da existência de um livro que explora os concomitantes em torno do desenho da marca Xutos. Para além de lamentável e confrangedor o reconhecimento tácito que a admissão do nome de uma banda como um bem intangível, conversor de valor acrescentado para virtualmente qualquer produto que a imaginação consiga congeminar, choca-me mais a promoção descarada e apropriadora de um sentimento de admiração (doentia é certo) por parte de uma banda que há muito se limita a desfilar honras de outras conquistas de outros tempos, qual militar reformado que não se apercebe que o seu contributo terminou com o seu estofo e competência para a tarefa.

Digamos que os Xutos são os Mr.T da música portuguesa, aproveitando-se da notoriedade que a sua longa carreira implica. Inocente a isto não será o esgrimar sistemático do argumento do número de anos de carreira que a banda tem por parte dos fanáticos que aqui vão passando. Mal saberão eles que quando se justificam méritos com o passado destapam os pés da realidade musical que os Xutos não são.

Por isso jovem fã de Xutos, ligue ao seu amigo fã de Xutos do seu telemóvel Xutos, vista a t-shirt Xutos, pegue na tua mota Xutos e vá até ao concerto Xutos e não se esqueça...leve umas cervejinhas....Xutos.

Os Xutos agradecem.

domingo, 24 de Janeiro de 2010

Não queiram os Xutos fazer o mesmo...

...ainda levam com os mesmos comentários no fim da página...


http://www.ionline.pt/conteudo/43475-scorpions-chegam-ao-fim-depois-40-anos-carreira--video

...e caírem no ridículo em que eles caíram.


PS. Ambas já tocaram no Festival do Crato, o que é meio caminho andado.

Os Xutos lêem o nosso blog

Depois de termos promovido um inquérito para descobrir qual a mota ideal para os Xutos, eis que os ditos abordaram a única empresa que produz motas em Portugal a desenvolver uns autocolantes dos Xutos e voilá.....

Temos uma mota Xutos.



Depois da cerveja Xutos, do telemóvel Xutos, do livro infantil Xutos ou da BD Xutos esta mota promete revolucionar os maluquinhos por Xutos a endividarem-se, de novo, para adquirir uma mota que é exactamente igual às restantes da AJP.

Mas o que é que isso interessa? Se os Xutos são os maiores, logo esta mota com autocolantes dos Xutos é a maior!

Continua o placement da marca Xutos como algo genuinamente português...como se o que fosse genuinamente português fosse enganar as pessoas desta forma..